KONY EM GIBI DO BATMAN?

 

                                                                                            

Sempre fico espantado com a forma que os quadrinhos espelham a realidade e às vezes conseguem entrar em uma polêmica que ainda nem foi criada. Calma que eu explico: você que está lendo esse post com certeza já deve ter ouvido falar do polêmico vídeo Kony 2012, feito pela ONG Invisible Children que já recebeu mais de 100 milhões de acessos no mundo todo e ganhou até matéria no Fantástico.

O interessante dessa história é que esse é exatamente o mesmo assunto abordado atualmente em uma das revistas do universo do Batman. Mais precisamente no gibi do Batwing, um dos heróis financiados por Bruce Wayne na saga Corporação Batman – que está saindo agora no Brasil pela Panini – e acabou ganhando um título próprio  com a reformulação do Universo DC.

                                                                                      

   Capa da HQ que mostra o controverso passado do personagem

A história é a seguinte: no início do ano, foi revelado que David Zavimbe (nome real do herói) foi sequestrado junto com o irmão quando criança para lutar no exército do “General” Keita. Não bastasse a atitude, a motivação religiosa também é a mesma de Joseph Kony (e de outras milícias que existam por lá, acredito eu) cujo vídeo entraria para história cerca de dois meses depois. 

                                                           

Seria o General Keita a versão da DC para Joseph Kony?

Fica aqui a dúvida se foi apenas uma coincidência ou se o roteirista Judd Winnick tinha alguma ideia da proporção que essa história de crianças pegando em armas na África iria tomar logo nos primeiros meses de 2012. O ponto positivo é que mais uma vez as HQ’s mostram o quanto fugir de sagas cósmicas e espelhar o nosso cotidiano pode render histórias boas e consistentes.

REBOOT DA DC: BATWOMAN

 

The L Word em quadrinhos. Esse poderia muito bem ser o nome estampado na HQ da Batwoman do novo reboot da DC. E antes que alguém diga alguma coisa, não é por isso que ela é boa ou deixaria de ser. A polêmica da orientação sexual da personagem já foi criada na época que ela surgiu, agora não faz mais tanto alarde assim.

Bom, vamos á história. Kate Kane – aliterado alter ego da heroína em uma clara homenagem à Bob Kane, criador do Morcegão – está na caça de uma criatura que abduz e afoga crianças de origem latina que vivem em Gotham. Falando assim até parece preconceito, mas ao ler o gibi, essa impressão não existe. Parece apenas uma super-heroína lidando com uma lenda urbana que veio a um país junto com os imigrantes, assim como uma tradição. 

Até aí, uma história normal para os padrões do Batman. O que fica diferente é o clima dado nas subtramas da história, como o relacionamento de Kate Kane com a detetive Maggie Sawyer – aquela mesmo das histórias do Superman- que foi recém transferida para Gotham e, óbvio, está no encalço da Batwoman. Tiro meu chapéu para J.H. Williams III que criou uma história que, até aqui se faz envolvente e por que não dizer sensual.  Parabenizo também a Amy Reeder que desenha com perfeição simples situações do cotidiano feminino, como uma simples troca de roupa e, até mesmo uma cena de romance entre mulheres, sem parecer vulgar, como vemos em outros gibis que compõem o reboot da DC. Mas isso é assunto pra outros posts...

 

REBOOT DA DC: RAPINA E COLUMBA

 

To ficando atrasado nos reviews. As edições número 2 já começaram a sair e teve várias número 1 que eu ainda não falei, como é o caso dessa aqui. Bom, vamos lá falar um pouco da primeira HQ do reboot que eu li e não gostei: Rapina e Columba. Essa história de Avatar da Guerra e Avatar da Paz personificados em dois irmãos com personalidades bem diferentes é legal.  Durante cinco minutos.  Como se não bastasse, duas irmãs também ganharam a forma dos avatares com os mesmos nomes e poderes..

Durante a Noite Mais Densa a Rapina e o Columba foram mortos, desfalcando as duas duplas. Ou seja, Rapina e Columba agora são um casal e não são da mesma família. Ao menos é o que parece...

A história de Sterling Gates não é ruim Esse lance de um vilão querendo derrubar o governo com zumbis mecânicos força a barra, mas até que passa. Agora os desenhos do Rob Liefeld é o que realmente faz essa HQ ficar cansativa. Sei que o meu passado me condena, afinal eu já cheguei a gostar bastante das histórias do Youngblood que ele fazia, mas quando você cresce e começa a apreciar melhor os desenhos, para de achar bonito pessoas rangendo os dentes em todos os quadros.

Outra coisa que não me convenceu, isso já no segundo número, foi essa série de avatares com nomes de pássaros... Já apareceram Condor, Águia Marinha e Cisne em apenas duas edições.  A impressão que dá é que a dupla de heróis terá sempre que lidar com a ave do mês enquanto salva a cidade e vão descobrindo aos poucos que se amam. Sim ainda existe esse romance relutante que pode ser um problema, afinal a nova Columba parece ter uma laço com o antigo e ela, obviamente não contou isso ao seu parceiro. Resumindo: dava pra DC ter passado sem esse gibi. 

 

REBOOT DA DC: BATGIRL

 

 

Mais um título do reboot da DC que vale a pena ser comentado: Batgirl.

No caso desse gibi, o que realmente ficou bom foi o respeito que deram pela personagem. Voltaram a colocar Bárbara Gordon no papel da heroína - como nunca deveriam ter tirado – e a explorar a relação dela com seu pai, o bom e velho comissário James Gordon, e como ele encara o fato da sua filha sair de casa.

Mas a grande sacada aqui, na minha opinião é não menosprezar a inteligência do leitor que acompanhou a trajetória da personagem até aqui.  Sim, a Piada Mortal aconteceu. Mas ao contrário do que diz a obra de Alan Moore, a bala disparada pelo Coringa não confinou a ruiva à cadeira de rodas. Não permanentemente, pelo menos. O que torna o reboot mais crível.

Outro ponto é o uniforme. Finalmente deram uma roupa com aspecto semelhante ao do Batman para a Batgirl. Com direito a textura de armadura emborrachada e tudo.

O que eu não gostei: nesse novo arco, Bárbara vai dividir o apê com uma outra menina com pinta de ativista moral. Alguém para ela ter que esconder sua dupla identidade o tempo todo e, para completar o clichê, com certeza vai detestar a Batgirl e tudo que ela representa.

Sobre a história, ela choca um pouco pela violência. O gibi começa com uma família sendo refém de uma gangue de psicopatas, mas, felizmente a Batgirl aparece e salva a noite. Enfim, o gibi não decepciona e eu particularmente gostei muito da arte de Ardian Syaf. Saúdo a DC por trazer de volta uma das personagens que eu mais gosto e espero que os roteiros de Gail Simone fujam um pouco mais dos clichês.  

 

TUDO NOVO DE NOVO

 

 

E aqui estou eu de volta depois de um longo período de hibernação. Nesses dois anos, pipocaram adaptações de quadrinhos no cinema, super-heróis agora são assunto de destaque nos jornais e nós nerds somos cada vez mais bem quistos pela sociedade.

Portanto, vamos aproveitar esse momento pra falar de gibis antes que esse período acabe, Sheldon Cooper não consiga mais rogar por nós e sejamos todos forçados a nos recolher às nossas cavernas.

Bem, como quase todos sabem – sim o assunto repercutiu em tudo quanto é canto – a DC Comics apertou o botão reset (não... não foi aquele outro famoso botão) no seu universo e todas as sagas que estavam acontecendo até aqui acabaram e tudo será contado do zero sob uma ótica mais contemporânea.

Personagens estão com novos visuais, equipes foram refeitas e o “line up” como um todo foi remodelado , dando destaque para alguns heróis e vilões que andavam meio esquecidos ou sumariamente abandonados.

As opiniões ainda divergem em sites fórums e mesas de bar pelo mundo afora, portanto não dá pra ter um veredito sobre a qualidade do reboot ou a falta dela.

Agora a grande notícia: já tive a oportunidade de ler até agora quase 30 dos novos títulos e vou contar pra vocês o que eu estou achando e o que nós podemos esperar quando essas histórias chegarem aqui no Brasil, caso os Maias sejam ruins de conta e o mundo não acabe em 2012.

Pra começar: o grande peso pesado e maior herói do mundo na opinião de muitos (não na minha) SUPERMAN!!!  - música de fundo, maestro...

 


A primeira edição de Action Comics se passa no que seriam cinco anos no passado e mostram um Superman de calça jeans, toalha vermelha amarrada no pescoço e que não voa. Tudo pra dar errado, certo? Errado! A verdade aqui é que o maluco do Grant Morrison se superou e consegui pôr o Superman fazendo o que qualquer um com senso de justiça e moralidade acima da média faria se acordasse com os poderes do Azulão:  ir atrás da bandidagem de alto escalão e cuspir na cara de quem realmente comanda o jogo.

Pra completar, temos ainda um Clark Kent – com jeito de Peter Parker - ralando pra dar certo no jornal onde trabalha e tentando pagar o aluguem do cafofo onde mora em Metrópolis. Pois é... Nada de Smallville para o rapaz e nessa versão não temos Jonathan e Martha Kent. Esse Superman já é órfão e, bancando o psicólogo tai uma grande razão para agir do jeito que age.

De qualquer modo, a arte de Rags Morales também não decepciona e eu parabenizo a DC por me fazer gostar do personagem – o que nunca aconteceu antes e enraizar muito bem o homem que um dia irá se transformar no ícone que todo mundo conhece. Fica aqui a minha impressão positiva do meu primeiro contato com o Novo Universo DC.

O NOVO HOMEM - ARANHA

Sim! depois de quase um ano, aqui estou eu novamente tirando as teias do blog. Tenho um monte de novidades desse tempo que estive fora mas vou contando tudo aos poucos.

Por falar em teias de aranha, todo nerd que se presa ja deve saber que o Homem-Aranha vai ganhar um quarto filme. E sabe também que ele vai reiniciar a franquia no cinema trazendo de volta o problemático e atrapalhado Peter Parker adolescente.

Até agora não foi divulgado nada sobre a história e já até surgiram rumores sobre o Lagarto como vilão, mas nada de concreto...Até agora!!

Hoje saiu a confirmação de quem será a nova cara do teioso na tela: ANDREW GARFIELD!

 

Andrew WHO??? Pois é, o ator americano de 27 anos não é muito conhecido e, por aqui, só foi visto no filme O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus e algumas aparições no seriado Doctor Who. 

Hmmm... Cedo pra dizer se ele convence ou não, mas o que eu achei estranho foi a idade. Se o filme é sobre o Peter Parker no colégio será uma boa colocar alguém de 27 anos no papel?

 

Mickey Mouse na Latvéria

 

Alguém aí já viu aquele jogo de Playstation 2 chamado Kingdom of Hearts? Onde os personagens da Disney se juntam com os da Square Enix? Lembro que quando eu vi achei a premissa bem legal...juntar Mickey, Pateta e cia com personagens que pareciam ser de animes. Nem parei pra pensar se os japoneses curtiram essa mistura, principalmente o pessoal que gostava das aventuras solo de Sora e outras figuras da Enix. Não parei para pensar nisso...até hoje! Quando o problema chegou no meu quintal, ou como diria o meu ex-chefe, quando a água bateu na minha bunda!

Se você acessa a internet e, principalmente, se está ligado nas redes sociais como o Twitter já está sabendo que a Disney comprou a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares.

Enquanto vocês vão contando os zeros para ter mais ou menos uma noção de quanto dinheiro é isso, vou lembrando a todos que quando eu falo Marvel Entertainment eu digo TODA A MARVEL!!! Os gibis, os jogos de vídeo-game, a recém-inaugurada Marvel Studios...simplesmente tudo!!!

 

E isso é bom? 

 

Oras, a Disney é um imenso conglomerado de mídia, pode levar os personagens da Marvel a um patamar que nunca foi visto antes, certo? Certo, ela realmente pode!

Mas a questão é: ela está interessada? Veja bem: a Marvel tem um portfólio de 5 mil personagens e quantos deles conseguiram mostrar as caras fora dos gibis em outras mídias? Uns 100... 200...não sei dizer se ao menos chega a 100, e por quê? Porque essa turma não vende! São personagens que tem importância apenas para nós que lemos quadrinhos – alguns não são importantes nem pra gente.

Outro ponto que me preocupa, e também observado pelo Omelete: conteúdo.

Por mais que digam que a Marvel continuará com sua independência editorial, a Disney é absurdamente rígida em relação ao que ela veicula por qualquer tipo de mídia. Imagina se nós poderíamos, para citar um exemplo recente, ter um filme como o ótimo Justiceiro em Zona de Guerra que chegou por aqui em DVD recentemente? Eu duvido muito! E pior ainda: a empresa do Mickey Mouse voltou a fazer barulho de uns tempos pra cá por produzir seus seriados acéfalos com pseudo ídolos da música como Hannah Montanna e Jonas Brothers, High School Musical entre outros... Agora me diga se ao invés de fazer piadinhas, o Homem-Aranha resolvesse cantar alguma música sobre poder e responsabilidade enquanto quebra a cara de bandidos? Pois é....agora isso pode acontecer...

 

Em terra brasillis

 

Pra você que, como eu, é brazuca e quer saber o q pode mudar na sua vida, eu respondo com algumas informações do Omelete: a Disney tem um contrato de muitos anos com a Editora Abril...sim...essa mesma que nos últimos anos queria te empurrar o seu gibi mensal em formato de encadernado e te arrancar 10 paus todo mês! E que, além disso, te deixava de fora de muita coisa boa que estava rolando la fora por achar que simplesmente ninguém compraria.

Portanto, com a compra da Marvel, corre o risco de que as publicações deles entrem no rolo e voltem para a Abril e nós percamos o ótimo trabalho que a Panini vem fazendo aqui, afinal me diga se nos últimos dez anos vocês não notaram a diversidade de títulos e o material de qualidade (como nos EUA) que temos nas bancas e livrarias?

Gente, antes de mais nada, eu comecei a ler com a Disney e sou fã incondicional do Tio Patinhas e sempre que posso assisto os Ducktales na TV com a mesma empolgação de quando tinha 6 anos...mas, por favor...cada macaco no seu galho e, principalmente não venham estragar o bom trabalho que temos visto nos últimos tempos.

 

Vem Mais Um Alien Estourando por Aí!

Está liberado! Depois de deixar o reboot do Predador nas mãos da turma de Robert Rodriguez, a Fox deu o sinal verde para o quinto filme da franquia Alien para a produtora de Tony Scott (irmão do aclamado Ridley Scott, que debutou na direção de Alien – O Oitavo Passageiro).

 

A direção dessa vez fica a cargo de Carl Rinsch, que não tem nada de grande no currículo além de videoclips. A melhor parte dessa história toda é que o filme será um prelúdio do primeiro filme, o que abre um leque quase infinito de possibilidades para se contar uma boa história (se a Fox não estragar tudo fazendo alterações para o filme ficar "comercialmente viável" ).

 

Faz sentido um anúncio desses bem agora, que o primeiro filme da série faz 30 anos (sim...Alien – O Oitavo Passageiro é de 1979!!! – se você se lembra de quando ele foi pro cinema, ta ficando velho hein, meu amigo!!!). Se eu não me engano, um dos livros que adapta o universo da série Alien para a literatura é justamente sobre isso. O primeiro encontro entre Aliens e humanos que aconteceu antes do incidente com a Nostromo.

 

Ponto para a Fox! Os dois Alien Versus Predador realmente não são lá essas coisas (embora se vc juntar o roteiro do primeiro e a violência do segundos dois filmes dá um bom!), então nada melhor do que separar as duas franquias de novo e, melhor ainda, revisitar suas origens. Esperamos que agora eles façam um trabalho que não insulte a inteligência de quem acompanha a saga dos “estoura-peitos” há 30 anos.       

X-Men Origens: Wolverine

Embora o título pareça ser de alguma edição especial do carcaju canadense, bem pouco do gibi está presente no mais novo filme da franquia X.

Claro, um filme não precisa ser uma cópia fiel do quadrinho pra ser bom. Homem-Aranha é prova disso e fidelidade absurda também não é garantia de sucesso, o que aconteceu com Watchmen – que muita gente não gostou.

Partindo desse princípio, Wolverine (eu simplesmente não consigo chamar o filme pelo nome completo) é muito bom! Confesso a vocês que as minhas expectativas eram baixíssimas desde que começaram a sair detalhes da história. Quando eu vi tanta gente que não faz parte da origem real do personagem presente no filme, como Gambit, Blob, Ciclope...e também alguns comentários negativos do pessoal que assistiu a versão inacabada que vazou na rede, já fiquei decepcionado por antecipação, mas o filme conseguiu me surpreender e digo que ele vai muito bem até certo ponto.

E é esse certo ponto, que começa assim que o filme vai se aproximando do final que transforma Wolverine, de um filme sensacional que tinha tudo pra fazer todo mundo delirar, em um filme apenas bom e que não chega a ser uma perda de tempo.

 

Tem uns spoilers daqui pra frente. Se você não viu ainda e não quiser saber de nada pode parar por aqui, mas no cinema não se esqueça de ficar até depois dos créditos!!!

 

Primeiro de tudo, vamos abrir aqui uma licença poética e fazer vista grossa por terem colocado Wolverine e Dentes de Sabre como irmãos pra aumentar o apelo emocional da história e criticar o que eu vi de mais estapafúrdio.

A razão da amnésia de Logan, mostrada no final, desce quadrado, mas desce...levando em conta o que aconteceu com pessoas reais que sofreram o mesmo trauma que ele, como o caso do ator Gerson Brenner.

Agora o que fizeram com o Deadpool é difícil de engolir. Teleporte? Raios Ópticos? Lâminas imitando o Baraka do Mortal Kombat? Como a Marvel permitiu uma descaracterização tão absurda do personagem? Principalmente por ele ter começado tão bem no filme. Ryan Reynolds até que não se sai mal. E um filme solo dele está cogitado (ouvi dizer que tinha uma cena depois dos créditos que dava razão para isso existir, mas eu fiquei e não passou. Só mostrou o Wolverine no Japão).

Para encerrar, o ponto mais bacana do filme é também a maior comida de bola: Victor Creed. Liev Schreiber está ótimo no papel do arquiinimigo de Wolverine e as lutas dos dois durante a película são bem fiéis aos dois personagens (podia ter mais sangue, mas classificação etária mais alta atrapalha na bilheteria e aquela história de sempre).

Porém, o detalhe que todo mundo esqueceu é que no primeiro filme dos X-Men, o cara não passa de um capanga descerebrado do Magneto que não conhece o Wolverine! E esse era o meu maior medo no filme, ninguém explicar como o personagem “emburreceu” assim de um filme para o outro.

Mas, no geral, o filme é bacana e tem umas passagens bem legais, como, por exemplo, o clip de abertura mostrando todas as guerras das quais Creed e Logan participaram e também quando Logan e Silverfox libertam os Reféns da Arma X e vemos diversas caras conhecidas do Universo dos X-Men (Incluindo uma participação mais do que especial do próprio Charles Xavier).

Portanto, se você não for um fã ardoroso do baixinho (que no cinema não é nada baixo) vá ver o filme. É um ótimo divertimento e, afinal, é o Wolverine!

 

Dr. Eu Não Me Engano, Wolverine é Corinthiano!

 

 

Tudo bem que o lance aqui é quadrinhos...mas não dava pra deixar essa passar!

Essa semana, mais precisamente na segunda-feira, Hugh Jackman esteve em São Paulo em turnê de divulgação de X-Men Origens: Wolverine e aproveitou para dar uma esticada ate o Centro de Treinamento do Corinthians e conhecer o Ronaldinho....Com direito a camisa personalizada e tudo...

Fantasma na TV

 

 

Há muito tempo eu não ouvia falar do Fantasma.

Quando eu vi a notícia de que o canal a cabo americano SciFi (o mesmo responsável pelas ótimas séries Battlestar Galáctica e Star Gate SG -1) vai fazer um telefilme do personagem para virar uma possível série em 2010, fiquei contente! Desde o filme de 1996 com o Billy Zane e a – maravilhosa – Catherine Zeta-Jones, que eu acho que só meu pai e eu gostamos, não se falava em nenhuma adaptação do personagem para outra mídia.

 

Essa semana caiu na rede uma arte conceitual do novo uniforme do herói e, segundo a descrição que o canal soltou junto com a imagem, a nova roupa mantém os tons de roxo do original, mas agora é feita de um tecido chamado nano-matrix “altamente tecnológico, que é flexível, suave e também tem um brilho metálico. O tecido mistura fibras de Kevlar, Twaron e Heracron e é revestido por uma rede neurosimbiótica de titânio-cerâmica, resistente a calor, armas brancas, quedas, impactos e pequenas armas de fogo.”  

Confiram como ficou:

 

 

Na minha humilde opinião...Tá horrível!!!

O Fantasma vai usar o que para se locomover? Uma prancha de snowboard?  

Não importa o quão tecnológico seja, se eles pretendem agradar os fãs que o personagem ganhou ao longo desses 73 anos de existência (entre eles o meu pai!!), eles vão ter que redesenhar essa desgraça, principalmente o capuz!

Se quiserem fazer uma versão mais pacifista do herói que não use o característico par de pistolas que ficam presas no cinto, tudo bem...Mas, por favor, façam um traje decente!!

 

Fonte: Omelete.

 

Rock, Horror e HQ

 

Aqui estou eu de volta ao blog com meu joelho esquerdo ainda se recuperando do show do KISS em São Paulo.

Depois de conferir a performance sensacional de Gene Simmons e cia, enquanto eu andava feito um cachorro no estacionamento do Anhembi, lembrei que exatamente há dez anos, quando a trupe veio pela última vez ao Brasil, a Abril lançou uma minissérie em 3 edições que levava o mesmo nome do álbum que os roqueiros lançaram naquele ano e da turnê que estava passando por aqui: Psycho Circus.

Os gibis saíram pela Image, na época que ela ainda estava em alta pelo sucesso estrondoso do Spawn, e chamavam a atenção justamente pela arte de Angel Medina, com visual semelhante ao das histórias do Soldado do Inferno.

São duas histórias paralelas, escritas por Brian Holgun, que seguem a linha de magia com um certo toque de terror com personagens diferentes, mas uma coisa em comum: a participação dos Quatro-Que-São-Um, forças místicas que reúnem os poderes do céu e do Inferno pra manter o equilíbrio na Terra e possuem uma estranha ligação com um circo bizarro que surge em uma daquelas típicas cidadezinhas do interior dos EUA. São eles: Demônio, Mestre das Feras, Amante Estelar e Celestial. Só pelos nomes já dá pra saber quem é quem né?

Essa mini não poderia ter vindo em hora melhor, afinal Psycho Circus marca o retorno do visual mascarado da banda e da formação original da banda, com Peter Criss na bateria e Ace Frehley na guitarra (substituídos na formação atual por Eric Singer - que manda muito bem! - e Tommy Thayer respectivamente).

O que eu não sabia, é que essa não foi a primeira incursão do KISS nos quadrinhos, graças ao meu amigo Pedro, fã da banda e ao Google (sempre ele rsrs), descobri que a primeira incursão da banda aconteceu pela Marvel em 1977 por idéia do roteirista Steve Gerber com aval do próprio Stan Lee. Simmons, que sempre foi fã de quadrinhos topou a idéia na hora e logo convenceu os outros de que era uma ótima idéia. Criaram então a história em que os heróis recebiam seus poderes de uma misteriosa caixa mágica e o mais legal é que eles participavam do Universo Marvel regular, interagindo com os demais heróis da Casa das Idéias, como os X-Men e até chegaram a enfrentar o Dr. Destino!!

A revista bateu todos os recordes de venda da época principalmente por um detalhe meio mórbido: a tinta vermelha usada na capa da primeira edição continha algumas gotas do sangue dos quatro integrantes da banda diluído.

Em 2007, Gene Simmons e Paul Stanley anunciaram a série KISS 4K, cuja número um chamada de Destroyer Edition ganhou o título de maior HQ do mundo pelo seu formato modesto (veja a foto).

Dessa vez o projeto não está nas mãos de nenhuma grande editora, mas da KISS Catalog Ltda, lincenciadora que cuida de tudo que leva a marca KISS e é controlada pela dupla de músicos, que irão aprovar e de vez em quando sugerir as histórias. 

 

 

 

 

 

Dos Quadrinhos para o Cinema

 

Que cinema e HQ tem tudo a ver, todo mundo ja sabe...

Mas eu resolvi fazer uma lista das adaptações que eu mais curto!

Pra conferir, clique aqui.

Batman de Volta Aos Games

 

Depois que a DC deixou os fãs na mão por não lançar nenhum game do Batman seguindo a linha de sucesso do Cavaleiro das Trevas, eles encontraram um jeito de se redimir e devo dizer q fizeram isso em grande estilo! A Eidos, a mesma responsável pela série Tomb Raider está dando os retoques finais no game Batman: Arkham Asylum.

 

Detalhes da trama não forma revelados, mas a premissa é: o morcegão é obrigado a invadir o sanatório depois q o Coringa, em mais um de seus planos loucos, toma conta do lugar, mas pode esperar q não vai ficar nessa simplicidade toda, afinal o roteiro do jogo é esvrito por Paul Dini e o design é do estúdio Wildstorm, que pertence a ninguém menos do que Jim Lee.

Vejam o trailer:

A jogabilidade vai seguir a mesma linha de Batman Begins do Playstation 2, que inclui usar as sombras para apavorar os inimigos e atacar sem ser visto. O que funciona muito bem em um jogo do Cruzado de Capa! O jogo sai ainda este ano para Xbox 360, PC e Playstation 3.


Cara...eu preciso de um Playstation 3!!!

 

Obrigado, Pessoal!!

 

Estão vendo o selo alí em cima, no canto esquerdo?

 

Bem, como ele mesmo diz o Blog do Gibi foi indicado e estará presente na lista dos Blogs Mais Legais do Uol até o dia 18/03, uma votação que pra ser sincero não sei direito como acontece, mas eu gostaria de agradecer a todos que lêem o blog e indicam para os amigos.

 

Obrigado a todos por essa alegria e saibam que o blog é feito exclusivamente para vocês, por isso continuem lendo, comentando vamos continuar discutindo a nona arte. Ah e cliquem no selo para conhecer os outros blogs legais do UOL. Tem muita coisa bacana por lá!

 

Abraços a todos e obrigado!

 

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